4ª Edição - CARNAVA SOCIAL  2016

Desde 2013 o Projeto Feminina promove uma ação denominada Carnaval Social, que é um espaço aberto, de folia, danças e informação, que tem como objetivo fortalecer as ações desenvolvidas pelas Instituições Parceiras do Centro Histórico e promover uma Ação Social junto à população.
Desde sua gênese o processo de construção e organização tem sido garantido coletivamente, pela articulação dessas instituições que desenvolvem seu trabalho junto à população vulnerável e invisibilizada do Centro Histórico, entre elas as mulheres em situação de prostituição.
 A partir de 2015, após um processo de discussão entre as organizações participantes, definiu-se um nome para o coletivo: Bloco dos Invisíveis. Essa escolha partiu do desejo de apresentar para a comunidade do Centro Histórico a importância de repensar ações que garantam maior visibilidade para o coletivo de usuários das instituições participantes, seja no âmbito na assistência ou da saúde.
Este ano, participaram de todo o processo de construção, organização e execução do Carnaval Social, os seguintes parceiros:
Centro de Convivência Irmã Dulce, Projeto Axé, Movimento de População de Rua, Posto de Saúde do Pelourinho, Posto de Saúde do Terreiro, Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas – BA, Escola de Samba Filhos da Feira, Cáritas Regional Nordeste e Jubileu Brasil.
Vale ressaltar que o Carnaval Social, além de ser uma manifestação cultural é também um espaço de formação e informação, em que cada instituição participante traz temas pertinentes ao público sobre: cuidado com a saúde, prevenção de DSTs, luta contra a violência de gênero, enfrentamento ao tráfico de pessoas, atenção e proteção a população em situação de rua, entre outros, além evidentemente de fortalecer rede de atendimento sociassistencial. Ao todo mais de 200 pessoas participaram do Carnaval Social.
Assim, o Bloco dos Invisíveis desfilou pelas ruas do pelourinho, explicitando muita alegria, cores, dança, percussão, elementos lúdicos que auxiliaram diretamente na conquista por espaços de discussão e conscientização.