EVENTO ADIADO DEVIDO AS FORTES CHUVAS!






Carla Minhoca, ex-dançarina de Silvano Salles, é presa por tráfico de mulheres

Ela participava de uma quadrilha que explorava brasileiras na Itália e na Eslovênia, incluindo cerceamento de liberdade. A mesma operação prendeu 5 estrangeiros no Ceará


Carla Minhoca, ex-dançarina da banda Fantasmão e do cantor Silvano Salles, cujo nome de batismo é Carla Sueli Silva Freitas, foi presa na última quarta (15). Ela e outras 14 pessoas são acusadas de participação em uma quadrilha internacional que explorava brasileiras na Itália e na Eslovênia. Minhoca foi detida em companhia de Dayana Paula Ribeiro da Silva e Emanuella Andrade Bernardo na Itália, em uma ação conjunta da polícia local, da Polícia Federal brasileira e da Interpol. A operação foi deflagrada também em Fortaleza, capital do Ceará, onde cinco estrangeiros foram capturados.
A quadrilha, segundo as investigações, agia no Brasil desde 2010 e levou mais de 150 mulheres para se prostituirem na Europa. Matéria do Fantástico, da TV Globo, afirmou que, em apenas um dia, o grupo chegou a transferir R$ 1 milhão para contas bancárias no Brasil. Cada garota cobrava cerca de R$ 620 por programa e atendia a mais de seis clientes por dia. Metade do dinheiro era entregue aos bandidos. O esquema usava agências de turismo para que as garotas entrassem no Velho Continente.
“Elas, às vezes, vão conscientes que vão ser exploradas sexualmente, mas não sabiam que iriam ter a liberdade cerceada. Porque quando elas chegam no local de destino os documentos são apreendidos e já chegam com uma dívida enorme, de tudo que é contraído aqui [no Brasil]”, afirmou Alexandra Xavier Nunes, do Ministério da Justiça.
Carla Minhoca será extraditada para o Brasil, em data ainda não divulgada, junto às duas mulheres presas. Se condenadas, elas podem pegar até 25 anos de prisão pelos crimes de tráfico internacional de pessoas, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

VEM PARA RUA!!!!!!
CARNAVAL SOCIAL 2017 - BLOCO DOS INVISÍVEIS

“Um lindo desafio espera por você! ”

 “Um lindo desafio espera por você” – Foi com essa mensagem que as mulheres que frequentam a sede do Projeto Força Feminina foram acolhidas, retomando as ações que são desenvolvidas em prol da defesa dos seus direitos e da sua visibilidade sem estigmas na sociedade.
Em 2017, o PFF, Unidade Oblata em Salvador, oferece de segunda a sexta-feira, atividades que estimulem as mulheres sobre a importância do cuidado com o corpo e com a mente e, acima de tudo, a valorização pessoal, o autoconhecimento e a autoestima.


Entre as várias atividades realizadas, acontecem internamente a Oficina Roda de Conversa com o objetivo de promover espaços de diálogo e com intuito de fortalecer a atuação das mulheres na sociedade, intervindo de forma afirmativa no que tange o acesso aos seus direitos sociais; Oficina Roda Viva que promove uma aprendizagem voltada para as artes e trabalhos manuais bem como, ressaltar as potencialidades inerentes a cada mulher; o Cantinho da Beleza que é um espaço de cuidado, encontro e reencontro de mulheres, tendo como estratégia utilizar os recursos na linha da beleza, com ênfase no resgate da autoestima relacionado a outros cuidados, como: a saúde, higiene do corpo e mente; o Grupo de Espiritualidade com o objetivo de reconhecer a divindade em cada mulher e no contexto histórico que elas habitam, percebendo essa realidade desde o respeito com a cultura e a história de cada uma delas. Além de mais dois espaços de acolhida com perspectivas diferenciadas no que se refere à estratégia, mas em consonância nos resultados esperados: fortalecimento dos vínculos e possibilidade de mudança em aspectos claros na vida das mulheres atendidas.








Equipe de Comunicação do PFF – Unidade Oblata em Salvador

Freiras vivem como prostitutas por uma razão inacreditável e chamam atenção do mundo


John Studzinski, é banqueiro e diretor de uma entidade chamada Talitha Kum, responsável por resgates de vítimas do tráfico de pessoas. Ele conta sobre uma técnica usada por esse grupo e que vai longe de qualquer coisa que você já tenha visto na vida. Um grupo de cerca de 1.100 freiras que se comprometeu de resgatar essas vítimas do tráfico de pessoas e a venda de crianças para escravidão. Talitha Kum é uma Rede Internacional da Vida Consagrada que enfrenta uma luta intensa contra um dos maiores males que tem uma história longa e triste.


O projeto nasceu no seio da UISG, um movimento que foca na vida consagrada e promove diálogos entre congregações na Igreja Católica. O Talitha Kum veio desses encontros e retiros e atualmente é financiado pelos Estados Unidos e pela Secretaria do povo Refugiado e Migrante.
Para isso, as irmãs se infiltraram em bordéis fingindo serem prostitutas e tentam ajudar essas mulheres que são mantidas à força nesses locais. Criado em 2004, estima-se que 1% da população mundial é traficada de alguma forma, o que representa 73 milhões de pessoas, sendo que 70% destas são mulheres. “Essas irmãs não confiam em ninguém. Elas não confiam nos governos, não confiam em corporações, e não confiam na polícia local. Em alguns casos, elas não podem confiar nem no clero masculino”, conta John.


O grupo também reune dinheiro para "comprar" crianças que seriam vendidas como escravas por seus pais. Com a criação de casas específicas para receber essas crianças nos países da África, Filipinas, do Brasil e da Índia.
Se você quiser conhecer mais desse projeto, confira no site do Talitha Kum.
FONTE: Bestofweb

Resgatada a garota de 13 anos que se prostituía para pagar bebidas e cigarro para a mãe

Papa Francisco: A mulher é quem dá harmonia ao mundo, não está aqui para lavar louça



A mulher é quem dá harmonia e sentido ao mundo. Foi o que assinalou o Papa Francisco em sua homilia da Missa celebrada na Casa Santa Marta.
O Pontífice indicou que é necessário evitar se referir à mulher falando somente sobre a função que realiza na sociedade ou em uma instituição, sem levar em consideração que a mulher, na humanidade, realiza uma missão que vai além e que nenhum homem pode oferecer: “O homem não traz harmonia: é ela. É ela que traz a harmonia, que nos ensina a acariciar, a amar com ternura e que faz do mundo uma coisa bela”.
Em sua reflexão sobre a Criação, a partir da leitura do Livro do Gênesis, o Papa Francisco se referiu ao papel da mulher na humanidade.
O Santo Padre relatou como o Gênesis explica que no princípio o homem estava só, então o Senhor lhe tirou uma costela e fez a mulher, que o homem reconheceu como carne de sua carne. “Mas antes de vê-la, sonhou com ela”. “Quando não há mulher, falta a harmonia”, insistiu.
Papa Francisco destacou que o destino do homem e da mulher é ser “uma só carne”. Por exemplo, contou quando em uma audiência, enquanto saudava as pessoas, perguntou a um casal que celebrava 60 anos de matrimônio: “Qual de vocês teve mais paciência?”. “Eles que me olhavam, se olharam nos olhos, não me esqueço nunca daqueles olhos, hein? Depois voltaram e me disseram os dois juntos: ‘Somos apaixonados!’ Depois de 60 anos, isto significa uma só carne. Isso é o que traz a mulher: a capacidade de se apaixonar. A harmonia ao mundo”.
O Pontífice explicou que a mulher não existe para “lavar a louça. Não: a mulher é para trazer harmonia. Sem a mulher não há harmonia”. Neste sentido, ele condenou o crime da exploração de mulheres.
“Muitas vezes, ouvimos: ‘Não, é necessário que nesta sociedade, nesta instituição, que aqui tenha uma mulher para que faça isso ou aquilo… ’ Não, não! A funcionalidade não é o objetivo da mulher. É verdade que a mulher deve fazer coisas e faz coisas, como todos nós fazemos. O objetivo da mulher é criar harmonia e sem a mulher não há harmonia no mundo”.
“Explorar as pessoas é um crime que lesa a humanidade: é verdade. Mas explorar uma mulher é algo ainda pior: é destruir a harmonia que Deus quis dar ao mundo”.
O Papa concluiu a homilia mencionando que “no Evangelho, ouvimos do que é capaz uma mulher, hein? Aquela é corajosa! Foi adiante com coragem. Mas é algo mais: a mulher é a harmonia, é a poesia, é a beleza. Sem ela o mundo não seria bonito, não seria harmônico. Gosto de pensar, mas isso é algo pessoal, que Deus criou a mulher para que todos nós tivéssemos uma mãe”.
Evangelho comentado pelo Papa Francisco:
Marcos 7, 24-30
Naquele tempo, 24Jesus saiu e foi para a região de Tiro e Sidônia. Entrou numa casa e não queria que ninguém soubesse onde ele estava. Mas não conseguiu ficar escondido.
25Uma mulher, que tinha uma filha com um espírito impuro, ouviu falar de Jesus. Foi até ele e caiu a seus pés. 26A mulher era pagã, nascida na Fenícia da Síria. Ela suplicou a Jesus que expulsasse de sua filha o demônio. 27Jesus disse: “Deixa primeiro que os filhos fiquem saciados, porque não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo aos cachorrinhos”.
28A mulher respondeu: “É verdade, Senhor; mas também os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem as migalhas que as crianças deixam cair”.
29Então Jesus disse: “Por causa do que acabas de dizer, podes voltar para casa. O demônio já saiu de tua filha”. 30 Ela voltou para casa e encontrou sua filha deitada na cama, pois o demônio já havia saído dela.

Fonte: Acidigital
Formação Continuada

Durante os dias 23, 24, 25 e 26 de janeiro de 2017 ocorreu na sede do Projeto Força Feminina, a Jornada Pedagógica onde os profissionais da Unidade partilharam ideias, ensinaram e aprenderam na coletividade, com o propósito de promover o fortalecimento do processo educativo e a missão junto às mulheres, por meio da análise e reflexão de temas relevantes ao trabalho desenvolvido direto com as mulheres em situação de prostituição, mas também a importância do trabalho em equipe.
No primeiro dia pela manhã, Alessandra Gomes refletiu acerca dos desafios gerais e específicos para desenvolver e aperfeiçoar o trabalho com as mulheres em situação de prostituição. Pela tarde tivemos a contribuição significativa dos professores da Escola de Enfermagem da UFBA: José Lúcio Ramos e George Amaral. Facilitando o tema: “Saúde mental no trabalho” foi uma alerta à equipe da intervenção que necessitamos fazer individualmente para a prevenção de doenças.

Reflexões:
- A importância de se trabalhar em equipe, compartilhando ideias, saberes, decisões...
- O cuidado pessoal ... criar espaços de proteção fora do ambiente profissional
- Autoconhecimento
- O trabalho produz identidade
- Quem trabalha com o sofrimento tem mais chance de adoecer
- Respeitar / conhecer a sua história de vida profissional e pessoal e da mulher
- Se as mulheres vêm neste espaço é porque precisam de apoio
 - Modelo de gestão: participativo
- O poder precisa ser negociado nas relações

- O que estou fazendo para a promoção da saúde mental?




No dia 24, a Assistente Social Júlia Damiana Nascimento - assistente social e especialista em Dependência Química e Terapeuta de Família, funcionária do Centro para Tratamento de Dependência Química Vila Serena - trouxe algumas informações e estratégias importantes para a equipe atualizar seus conhecimentos e práticas no atendimento às mulheres atendidas na instituição que, muitas vezes, usam psicotrópicos. No turno vespertino, as educadoras sociais do Centro de Convivência Irmã Dulce dos Pobres / Redução de Danos Fernanda Aragão (enfermeira especialista em saúde mental) e Silmara Cecília, de maneira lúdica, desenvolveram o tema: “Uso de substâncias psicoativas e pessoas vulneráveis”. 




No dia 25, a Prof. Drª Maise Zucco através de uma dinâmica fez um recorte da importância de se valorizar e perceber as diferentes identidades que carregamos em diversos ambientes, sejam elas profissional, pessoal ou social. Demonstrando que cada pessoa carrega muito mais do que aquilo que é visto, tem mais de um aspecto que as caracterizam e todos eles precisam ser respeitados. Ficou muito forte em sua fala o respeito que se deve ter em relação à historicidade do sujeito dentro do tempo e espaço ocupado por ele na atualidade.
    Alguns temas foram dialogados com a equipe:
•     Gênero;
•     Relações Étnico-raciais;
•     Sexualidade;
•     Classe;
•     Geração;
•     Deficiência.
Foram apresentadas também as discussões sobre:
•     Brinquedos específicos para meninos e meninas;
•     O combate aos estudos de gênero nas escolas;
•     A escola sem partido;
•     As nomenclaturas atuais: transgênero (transexual e travesti) e cisgênero.


No dia 26, no fechamento da jornada, com a ajuda das irmãs Maria do Rosário Silva e Maria Beatriz Paixão, refletiram sobre a Missão Oblata. Na primeira parte, a sua origem através da inquietação do Pe. Serra ao ter contato com a triste situação das mulheres no Hospital São João de Deus e a implicação progressiva de Antônia Maria nessa realidade em 1864 até a fundação da Congregação em 1870, colocações enriquecidas com o diálogo entre toda equipe. Na segunda parte, refletimos sobre os modos históricos de intervenção da missão desde os primeiros anos de fundação e dos que se seguiram depois que foram sendo aprofundados e que hoje, sob o dinamismo do Espírito que nos desafia na realidade, segue renovando e atualizando a mesma Missão.



Momentos como esses são importantes para a realização de um trabalho grandioso com as mulheres.

Equipe de Comunicação do PFF – Unidade Oblata em Salvador
O Projeto Força Feminina é uma instituição social, de caráter pastoral que tem por missão a promoção integral das mulheres em situação de prostituição, de maneira a colaborar no processo de conscientização e inserção cidadã. O Projeto atua no Centro Histórico de Salvador, através das visitas aos locais de prostituição, da acolhida, dos diversos serviços oferecidos e sua articulação com grupos parceiros. Durante os anos de 2013, 2014, 2015 e 2016 o Projeto esteve promovendo uma ação que denominou de Carnaval Social, um espaço aberto, de folia, danças que tem como objetivo fortalecer as Instituições Parceiras e promover uma Ação Social junto à população, além de dar voz a grupos invisibilizados pela sociedade. Neste espaço, distribuímos panfletos informativos sobre DT’S/HIV e falamos sobre os cuidados necessários no período do Carnaval, além de estabelecer um espaço de diálogo e folia com instituições local e outras instituições convidadas. 

ONU LANÇA PROJETO CONTRA O MACHISMO PARA O VOLTA ÀS AULAS



Todos os dias 25 do mês, a ONU tem o Dia Laranja, voltado para alertar a necessidade de falas sobre a violência contra mulheres e meninas. É imperativo que as pessoas saibam como prevenir e eliminar esse mal. O laranja representa um futuro sem essa violência, pois é uma cor “vibrante e positiva”. Agora, no dia 25 de janeiro, o Dia Laranja foi voltado ao volta às aulas.
A ONU Mulheres usou o dia para relembrar “a importância de promover a prevenção da violência contra mulheres e meninas nas instituições de ensino, como as escolas e universidades, por se tratarem de espaços voltados para a formação integral de meninos e meninas, homens e mulheres, para o exercício da cidadania e a promoção de mudanças sociais”.
A violência escolar e o bullying são realidades que atingem milhões de jovens em todo o mundo. De acordo com a UNESCO, essas formas de violência e abuso que ocorrem nas escolas são impulsionadas por preconceitos, com “dinâmicas de poder desiguais, que muitas vezes são reforçadas por normas e estereótipos de gênero, orientação sexual e demais fatores que contribuem para a marginalização – como pobreza, identidade étnica ou idioma”.
Uma das formas de prevenir a violência contra a mulher nas escolas é garantir uma educação que discuta os papéis de gênero na sociedade e ter profissionais que falem sobre o assunto em classe e ensinem os alunos sobre igualdade de gênero.
Sabendo disso, a ONU Mulheres elaborou um plano de aulas para conscientizar professores e alunos sobre as diferenças de gênero. As aulas abordam os temas: Sexo, gênero e poder; Violências e suas interfaces; Estereótipos de gênero e esportes; Estereótipos de gênero, raça/etnia e mídia; Estereótipos de gênero, carreiras e profissões: diferenças e desigualdades e Vulnerabilidades e Prevenção.

As ex-escravas sexuais que viraram soldadas e estão na linha de frente na luta contra o Estado Islâmico



Homem que estuprava enteada de 10 anos diz que cometia crime porque ela estava "criando corpo"

Padrasto preso em Curitiba alegou que a menina "ficava se insinuando para ele"

Um homem de 34 anos foi preso suspeito de violentar sua enteada de 10 anos em Curitiba, no Paraná. Os estupros foram confirmados pelo próprio padrasto. Ele alegou que praticava os abusos porque a criança estava “criando corpo” e, por isso, “ficava se insinuando para ele”.
A prisão foi feita na manhã desta quarta-feira (25), pela equipe do Nucria (Núcleo de Proteção à Criança e Adolescente Vítima de Crime), em cumprimento a um mandado de prisão preventiva por estupro de vulnerável. No momento da prisão o suspeito estava na residência de seu pai.
Durante as diligências, a polícia descobriu que o homem violentava a menina há mais de um ano e que se relacionava com a mãe da vítima há aproximadamente cinco anos.

O caso foi descoberto porque a bisavó da vítima passou a desconfiar dos abusos que a criança estava sofrendo e compareceu na delegacia para relatar o fato.
A criança foi submetida a todos os exames periciais em que comprovam a violência sexual praticada pelo padrasto. O homem vai responder por estupro de vulnerável e está preso provisoriamente.

Comissária de bordo salva jovem vítima de tráfico humano em voo nos EUA

Redação RedeTV!
Com um bilhete no banheiro do avião, a comissária de bordo Shelia Frederick, de 49 anos, ajudou a salvar uma jovem vítima de tráfico humano que seguia viagem entre Seattle e São Francisco, nos Estados Unidos.De acordo com informações da emissora WTSP, a comissária passou a suspeitar que algo estava errado ao reparar no contraste e na tensão entre dois passageiros. 
A jovem, entre 14 e 15 anos, estava em estado deplorável e totalmente em silêncio. Mais velho e bem vestido, o homem que a acompanhava era quem respondia toda vez que a comissária se aproximava deles. "Alguma coisa na minha mente me dizia que algo não estava certo", relembra Shelia em entrevista ao canal.
Depois de algum tempo observando os dois, a comissária decidiu pôr um plano em prática: deixar um bilhete no banheiro e, aos sussurros, dizer à jovem para ir até lá. Em resposta, a moça, que estava sendo sequestrada, escreveu que precisava de ajuda. 

Certa de que precisava fazer algo, Shelia relatou o caso ao piloto, que imediatamente notificou a polícia. O homem foi preso assim que o avião pousou no aeroporto. 
O caso, que aconteceu em 2011, mas só foi narrado em entrevista recente, ainda emociona Shelia , que é comissária há dez anos. Ela afirma que nenhum funcionário deve ignorar esses sinais que podem salvar alguém: "Se você ver alguma coisa, diga algo".
Como deixou seu telefone no bilhete, Shelia manteve contato com a jovem que ajudou a salvar e contou que, atualmente, a moça está fazendo faculdade.

Orangotango usada como prostituta é resgatada de bordel


O assunto abordado nesse post, é mais absurdo do que você possa imaginar. Chega às vias de horror e, sinceramente, questiona até onde vai a mentalidade humana.
Em 2012 aconteceu um caso emblemático de um assunto pouco abordado, mas mais comum do que se imagina. Foi encontrado em um bordel na Indonésia, na cidade de Bornéu, uma fêmea de orangotango toda raspada, com batom e presa em uma cama, sendo vítima de abusos sexuais ao ser usada como prostituta. Sim, você leu certo: Prostituta. Chamada de Pony, ela foi levada após uma operação perigosa, onde a veterinária Karmele Llano afirmou que a equipe de resgate foi ameaçada com facas. Mais de 30 agentes da polícia tiveram que ajudar no resgate.
Essa ilha é uma das três usadas para a reintegração de macacos. Mas a história de Pony não é um caso isolado. O uso de orangotangos para prostituição não acontece apenas na Indonésia, mas também é bem comum na Tailândia. Os traficantes costumam matar as mães e pegar os filhotes para criar nesse ambiente de tortura. Na Ásia, Sumatra e Bornéu, são encontrados vários casos parecidos com os de Pony, senão piores.
A fundação BOS, realiza constantes campanhas em prol da prevenção da extinção desses animais, se você tem interesse em ajudar nesse combate aos maus tratos e prostituição de orangotangos, pode acessar a página oficial dda organização.
Fotos via: Exame e Mural Animal

O escancarar da violência de gênero tem relação com o quadro de desmanche social


Ontem, assisti a um filme que aqui no Brasil recebeu o nome de Mundos Opostos. Narra a história recente da Grécia, com destaque especial para a xenofobia e o desespero diante do desemprego supostamente gerado por uma circunstancial crise econômica. O clima de guerra civil, e de divisão entre os bons e maus cidadãos, é o cenário em que três histórias de amor são narradas. Enquanto muitos querem a expulsão dos estrangeiros e o sucesso econômico das empresas, a qualquer custo, outros lutam para sobreviver em um ambiente que lhes é hostil, teimando em apostar nos laços de afeto. Todos demasiadamente humanos. Todos perdidos na infinita solidão da vida contemporânea. Todos irremediavelmente dependentes do afeto do Outro, mas por vezes incapazes de reconhecer a alteridade.
Por Valdete Souto Severo, do Justificando
A narrativa inicia com uma tentativa de estupro, impedida pelo imigrante pobre para o qual os “cidadãos de bem” dedicam apenas seu desprezo. Uma bela sacada. A disseminação do discurso de eliminação da condição humana daqueles com os quais não nos identificamos, construindo muros reais ou simbólicos, tem na mulher um alvo histórico. A violência de gênero é certamente apenas um dos tantos exemplos possíveis, mas é emblemática.
Em 2016, o afastamento da Presidenta eleita Dilma Roussef foi determinado por votos de parlamentares que admitiam a inexistência de crime de responsabilidade, mas ainda assim participavam de uma espécie de catarse coletiva contra a ousadia da (falsa) esquerda que teimava em continuar no poder. Por trás da rivalidade ideológica, os ataques ferozes, em redes sociais, meios de comunicação e conversas de bar, que já vinham sendo reproduzidos e de certo modo estimulados por uma tolerância silenciosa, não eram dirigidos contra seus atos ou supostos erros na condução do país. Dilma estava sendo condenada por ser mulher, reprovada por não se enquadrar no ridículo estereótipo de “bela, recatada e do lar”. Na sessão de votação, um parlamentar, cujo nome nem merece ser reproduzido, exaltou a figura do homem que a torturou, dedicando a ele seu voto em favor do impeachment.
Por mais incrível que pareça, o autor dessa violência real e simbólica segue exercendo tranquilamente seu mister público. Aliás, algum tempo antes disso, ele já havia dito a uma colega parlamentar, que ela era feia e por isso não merecia ser estuprada. A afirmação de que algumas mulheres merecem violência física, ou de que devem ser “avaliadas”, como belas ou feias, que se revela na fala desse sujeito, é já em si um estupro moral, que nos agride a todas.
Recentemente, enfrentei ataques pessoais de desconhecidos que, a pretexto de discordar de uma decisão judicial, investiram com força e fúria contra a imperdoável ousadia de ser mulher. Uma ousadia cujo custo aumenta na proporção da carência econômica. Esta semana, em Porto Alegre, uma menina de 22 anos viu a filha morrer logo depois do nascimento, apesar de ser um bebê saudável. O parto, realizado pelo SUS, foi feito mais de oito horas após o rompimento da bolsa. A ausência de atendimento alterou definitivamente a vida dessas duas jovens mulheres.
O exemplo mais flagrante do que estou aqui enunciando também é recente. A ex-primeira dama Marisa Letícia enfrentou comentários misóginos durante o período em que acompanhou Lula em seus mandatos. Quando internada, passou imediatamente a ser alvo de violência. Sua condição de saúde, divulgada por uma médica em seus grupos de WhatsApp, suscitou comentários agressivos por parte de homens e mulheres que não hesitaram em lhe desejar o pior.
A morte, algo terrivelmente doloroso para todos aqueles que a conheceram e a amaram, e para todos os que reconhecem a dor da perda (para todos que são humanos, portanto), também foi alvo de comentários maldosos e atos de ódio contra Marisa Letícia. Assim como ocorreu em relação aos presos mortos nas chacinas recentes de presídios superlotados, e mesmo contra as mães, irmãs, esposas e filhas que, horrorizadas, buscavam notícias, reafirmou-se o pressuposto de que existem diferentes tipos de seres humanos: eles e nós. Enquanto compartilhamos simpatia e afeto, mesmo que falsos, dedicamos a eles (e sobretudo a elas) desprezo, ódio e violência.
O retorno (ou desvelamento) do ódio xenofóbico e o escancarar da violência de gênero tem direta imbricação com o quadro de desmanche social que estamos experimentando. Violência física contra trabalhadores, trabalhadoras e estudantes, projetos de lei propondo retrocessos que talvez sequer na década de 1990 teriam sido levados a sério, autorização de prisões sem condenação definitiva, campanha pela redução da maioridade penal, proibição de divulgação da lista de quem explora trabalho escravo, conduções coercitivas e delações superpremiadas, extermínio de presos e acidentes suspeitos formam um quadro de asfixia social.
Em um contexto de precariedade de direitos, nossos piores monstros despertam. Daí porque experiências de ódio que pensávamos haver superado, ou pelo menos relegado à condição de algo socialmente reprovável, em razão do sofrimento vivido em tempos recentes, ressurgem com uma força absurda.
Por isso, a despeito do que pensamos acerca do modelo social em que estamos inseridos, é preciso lutar contra o retrocesso. Nenhum direito a menos é a condição elementar para um convívio pacífico, para todos e todas, porque estamos, de algum modo, conectados por nossa necessidade de habitar o mesmo mundo, ainda que ele nos pareça o oposto do mundo do outro.
Valdete Souto Severo é Doutora em Direito do Trabalho pela USP/SP. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Trabalho e Capital (USP) e RENAPEDTS – Rede Nacional de Pesquisa e Estudos em Direito do Trabalho e Previdência Social. Professora, Coordenadora e Diretora da FEMARGS – Fundação Escola da Magistratura do Trabalho do RS. Juíza do trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da Quarta Região.

Conheça os 12 países em que as mulheres são tratadas piores do que animais


Mulheres precisam ficar atentas com o aumento das doenças ginecológicas no verão.

As mulheres se preparam o ano todo para o verão. É muita expectativa para a chegada da estação mais quente no ano. Agora, é preciso ter cuidado porque as temperaturas mais quentes e as atividades que costumamos fazer nessa época propiciam o surgimento de doenças ginecológicas que podem prejudicar a toda a sua diversão.
Os maiores problemas são ocasionados pela mudança do ambiente ginecológico causada pelos hábitos adotados durante as atividades típicas da estação. Uma delas é o uso de calcinhas de tecido sintético, juntamente com trajes apertados, o que pode ser mais ainda mais prejudicial em dias quentes. Essas peças abafam muito a área genital, aumentando a temperatura e a umidade. Outro problema é que as mulheres costumam ficar muito tempo com trajes de banho molhados, contribuindo para alterações nas condições físicas da região e proliferação de micro-organismos prejudiciais à saúde.
Tudo isso gera um desequilíbrio na flora vaginal, aumentando a chance do desenvolvimento de doenças como a candidíase.
Boas alternativas para evitar a candidíase é escolher tecidos mais leves, levar na bolsa sempre um traje de banho extra e consultar o seu ginecologista caso observe alguma alteração.FONTE: http://www.clinicaidem.com.br/mulheres-precisam-ficar-atentas-com-o-aumento-das-doencas-ginecologicas-no-verao/